Sobre nós

Sobre Nós

História

A Casa do Douro foi criada em 1932, como Federação Sindical dos Viticultores do Douro.

O seu edifício sede, datado de 1944, com o exterior revestido a granito polido, foi projetado pelo Arq. português José Porto. No seu interior, merecem destaque o vitral da autoria do pintor Lino António e o salão nobre, com três candelabros centrais em cristal, em forma de cacho, com mais de uma tonelada de peso, bem como o marco pombalino identificado com o número 1. A quando da primeira demarcação da região duriense foram colocados 331 marcos graníticos. Os marcos pombalinos (assim conhecidos, em virtude da demarcação ter sido ornada pelo Marquês de Pombal) são todos diferentes e têm em comum a palavra Feitoria (vinho de feitoria sinónimo de vinho de melhor qualidade) e o ano (1758 ou 1761). Na época os vinhos eram classificados segundo a sua qualidade e destino de venda, sendo que o melhor vinho designado de Vinho de Feitoria, era enviado para a Inglaterra; o Vinho de Embarque, exportado para o Brasil e o Vinho de Ramo comercializado em Portugal.

 31 de julho de 1932

Os viticultores da RDD, de onde se destacam o Dr. Antão de Carvalho, Dr. Camilo Bernardes Pereira e José Joaquim da Costa Lima criaram a Casa do Douro. 

19 de novembro de 1932

A Casa do Douro é oficializada através do Decreto nº 21883, com as seguintes atribuições:

  • Cadastro e fiscalização das propriedades,
  • Distribuição do benefício e manifesto de produção,
  • Certificação de procedência e escoamento de vinhos,
  • Assistência técnica,
  • Financiamento bancário e apoio ao cooperativismo..

31 de dezembro de 2014

É publicada a Lei 74/2014, que extingue a antiga e introduz as condições para a criação de uma nova Casa do Douro.

25 de Maio de 2015

Por Despacho n.º 5610/2015 é aprovada a nova Casa do Douro/Federação Renovação do Douro (CD/ FRD) que tem como principais atribuições:

Representar e defender os interesses dos vitivinicultores e da Região Demarcada do Douro, no conselho Interprofissional do IVDP,

Promover o desenvolvimento técnico da viticultura,

Prestar assistência técnica e formação profissional.

Formação de proprietários técnicos assim como funcionários que laboram nas vinhas desses mesmos proprietários.

 

 

Vitral

Vitral Casa do Douro

 

O Vitral da Casa do Douro, da autoria do pintor Lino António, sintetiza toda a dinâmica da Região Demarcada do Douro. Tem uma área de 50m2, formando um tríptico. No painel do centro, podemos ver três grandes figuras. A figura do centro representa a Casa do douro e mostra um pergaminho onde se lê “…Casa do Douro, decreto 21 883, Novembro de 1932. Quer isto dizer, que o Governo, através do referido Decreto-Lei, cria a Federação Sindical dos Viticultores da Região do Douro, em Novembro de 1932, hoje Casa do Douro.

A figura da esquerda representa a agricultura, tendo aos seus pés ganchos.

A figura da direita simboliza o comércio e tem na mão um caduceu.

As figuras de mãos dadas simbolizam o pacto de honra e cavalheiros, entre a produção e comércio do vinho do Douro.

Na parte superior, está a capela devota a Santa Marta, padroeira do Douro.

O painel da esquerda dedicado à agricultura, mostra, através das figuras e paisagens características da região duriense, a faina típica da vindima, o transporte e a pisa.

O painel da direita, dedicado ao comércio, mostra a cidade do Porto, donde provém o nome por que é conhecido o vinho generoso do Douro, e os meios de transporte usados na época.

 

lENDA

  • Conta a lenda que um belo dia, um Conde francês chamado Guillon, por maldade, mandou incendiar a capela em honra de Santa Marta (padroeira do Douro) 
  • Depois de ter cometido este tão grande sacrilégio, a Santa apareceu e castigou-o. Como penitência mandou-o plantar e trabalhar a vinha.
  • O Conde, cheio de remorsos e envergonhado por tamanho pecado, tapou a sua face com a mão direita. Aos seus pés pousou um corvo, que encarna o Mal.
  • O Conde Francês tratou de cumprir a sua obrigação e dedicou-se ao cultivo da vinha. Quando, por fim, conseguiu que a sua vinha dessas uvas, ofereceu-as a Santa Marta.
  • Logo que expiou os seus pecados e pagou a dívida o corvo partiu e, em seu lugar, apareceram duas pombas e um cordeiro, símbolos de paz e de pureza. E assim, o Conde de Guillon foi o primeiro viticultor do Douro.
  • Esta lenda explica o porquê do nome Santa Marta Penaguião: Santa Marta (a santa) + Pena (castigo atribuído) + Guião (adaptação portuguesa do nome Guillon). 

Salão Nobre

Salão nobre com três candelabros centrais em cristal, em forma de cacho, com mais de uma tonelada de peso.

Casa Do Douro

Casa Do Douro 
Federação Renovação do Douro

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